Como a edição diária é montada
A Today Brazil é um briefing diário sobre o mercado brasileiro, escrito para investidores, analistas e executivos que acompanham o Brasil de fora. Uma edição por dia, em inglês e em português, entregue às 07:00 no fuso de quem assina.
Por que existe
A informação é pública e abundante. A CVM, reguladora do mercado de valores mobiliários, publica fatos relevantes todos os dias; as companhias protocolam comunicados na B3; o Banco Central abre suas séries; os diários oficiais não param. Acesso não é o problema.
O problema é que tudo chega em português, espalhado em dezenas de fontes e sem hierarquia. E a cobertura internacional que existe é a fração que já virou manchete, dias depois, sem o documento de origem.
Como uma edição é montada
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Captura
Fontes oficiais e a imprensa econômica brasileira são lidas o tempo todo. Quando um protocolo traz PDF, o arquivo em si é baixado e arquivado, não só o link.
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Classificação
Cada item é confrontado com a taxonomia da B3: 346 emissores listados, dez setores oficiais, além de verticais e temas estratégicos. O que não casa com nada relevante para aqui.
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Consolidação
Quando vários veículos cobrem o mesmo fato, eles viram um item só, que guarda o link de cada veículo, em vez de vários cards repetindo a mesma notícia.
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Redação
As duas versões de idioma saem na mesma passagem, do mesmo material, preservando números, nomes, datas e moedas. De cada documento oficial, o modelo extrai o que um profissional usaria para decidir: valores, prazos e as partes nomeadas.
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Entrega
A edição é agendada para as 07:00 no fuso de cada assinante, no idioma e na cobertura que ele escolheu.
O documento vai junto com a notícia
Quando a notícia se apoia num protocolo oficial, a edição leva o protocolo. O card de um fato relevante mostra o que a companhia de fato decidiu (os números, a data do protocolo, as condições) e aponta para o PDF original.
Cada documento é arquivado com um hash SHA-256, para o que o assinante abre ser, de forma verificável, o arquivo que a companhia protocolou, e não a cópia de um resumo dele.
O que a edição se recusa a levar
- Sem recomendação de investimento
- Carteiras modelo de corretora e listas de “ações para comprar” ficam de fora. O briefing informa o que foi protocolado e publicado; não aconselha.
- Sem apanhados
- O “destaques do dia” de um portal é um índice de outras matérias, não uma matéria. Incluí-los enchia a edição com repetição de notícias que já tinham saído uma a uma.
- Sem inferência
- O texto não afirma o que o documento não diz. Quando a fonte cala sobre algo, a edição também cala.
Um briefing que cabe em cinco minutos vale tanto pelo que deixa de fora quanto pelo que inclui.
A escolha da cobertura
A cobertura é escolhida por setor da B3 e por vertical estratégica. Os setores seguem a classificação da própria bolsa; as verticais atravessam esses setores: agronegócio e soft commodities, energia e infraestrutura, macro e política fiscal, mercado de capitais e M&A, jurídico e regulatório, fundos de investimento. Escolher um setor é pedir a cobertura completa dele: companhias, resultados, M&A, regulação e os executivos envolvidos.
O idioma da entrega é independente da cobertura: inglês, português, ou os dois, em edições separadas.